Seremos substituídos por máquinas?

Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter

Que todas as profissões terão que se reinventar e aprender a conviver com as máquinas já é uma realidade há muito discutida.

No universo do direito não é diferente. A Inteligência Artificial- IA já tem sido utilizada por muitos escritórios, mas também por mais da metade dos tribunais do Brasil.

Num Judiciário abarrotado e ineficiente é fundamento o auxílio da tecnologia para agilizar a solução dos litígios. Tarefas operacionais como a transcrição de audiências ou sistematização de dados dos processos, são exemplos da utilização da IA.

Discute-se sobre a acuracidade das máquinas ou mesmo se elas vêm para substituir os profissionais do direito, sendo que as máquinas atuam num sistema supervisionado, onde realizam as atividades, sugerem a resposta e isso passa por uma checagem.

Ainda, de forma a evitar-se discriminação e injustiças, deve haver uma regulação dos algoritmos, com auditorias para tratamento dos dados.

Certo é que a IA veio pra ficar e nos auxiliar, e os que ainda resistem, ficarão pra traz.

VOCÊ TAMBÉM PODE SE INTERESSAR POR ESSAS PUBLICAÇÕES

Projetos sociais

Projetos sociais nas empresas: impactos e alternativas de regulamentação

Muitas empresas exercem ou querem exercer ações sociais de cunho filantrópico, utilizando dos seus próprios serviços e produtos para irem além dos aspectos econômicos, com projetos que beneficiam o meio ambiente, agricultores e trabalhadores rurais e que impactam diretamente comunidades e instituições que necessitam de amparo.
Contudo, apesar das práticas sociais estarem ligadas aos valores de determinadas empresas, a sua estruturação requer bastante cautela e apoio jurídico para que não haja impactos trabalhistas, empresariais e tributários que possam, muitas vezes, desacelerar ou até mesmo impossibilitar esse compromisso com a sociedade.

Leia mais
Marco Legal

Câmara aprova MP que cria marco legal da securitização

Foi aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 15 de junho de 2022, a medida provisória editada em março pelo governo federal que cria, atualiza e define regras para securitização dos direitos creditórios (conversão de créditos a receber em títulos a serem comercializados) e, também, cria a Letra de Risco de Seguro.

Leia mais